sábado, 12 de janeiro de 2013

Moeda Comemorativa de Goiás (2012)

Moeda Comemorativa
Exemplar: A Cidade de Goiás (veja localização), mais conhecida como Goiás Velho, é a antiga capital do estado de Goiás. Fundada em 1727, seu nome é uma homenagem aos antigos habitantes, os índios goyazes. Os casarões, capelas e igrejas revelam os anos em que a cidade viveu o auge da exploração do ouro. A história de Goiás Velho, que se confunde com a própria história do estado de Goiás, e algumas mostras de sua riqueza, talhada em ouro nos séculos passados, estão preservadas em locais como o Museu das Bandeiras, construído em 1761; o Colégio Sant'Ana, fundado em 1879 pelas irmãs dominicanas; a igreja Nossa Senhora d'Abadia, erguida pelos escravos em 1790; e a Casa da Fundição, datada de 1752, onde se fundia o ouro extraído das minas. Em 2001, a cidade recebeu da UNESCO o título de Patrimônio Histórico da Humanidade.  Em 15 de novembro de 2012, o Banco Central lançou uma moeda comemorativa em homenagem a Goiás, a exemplo de Brasília e Ouro Preto, ambas patrimônios da humanidade. Veja o exemplar abaixo:

Reverso
Anverso 
Cora Coralina
Descrição: O anverso apresenta vista do conjunto arquitetônico da cidade, com destaque para a casa onde morou Cora Coralina, a poetisa que retratou em seus textos o cotidiano da cidade de Goiás. Na parte inferior da moeda, sob a cena, a legenda “Goiás” e a era “2012”. Acompanhando a orla da moeda, a legenda “Patrimônio da Humanidade - UNESCO”. Compondo o reverso, casario típico da região. Na parte superior esquerda, o valor facial (5 reais) e, na parte inferior, a legenda “Brasil”. À direita do valor facial, um trecho do poema “Minha Cidade” (leia o poema), de Cora Coralina: “Eu sou estas casas encostadas cochichando umas com as outras”.

Casa de Cora Coralina

sábado, 5 de janeiro de 2013

Mil Cruzeiros Reais (1993)

Modelo da cédula
História: O cruzeiro real (CR$) foi o padrão monetário no Brasil entre 1º de agosto de 1993 a 30 de junho de 1994. As altas taxas de inflação que marcaram o ano de 1993 levaram o governo Itamar Franco a editar a medida provisória que criou o cruzeiro real, equivalente a mil cruzeiros. Não foram emitidas moedas com valores em centavos nesta moeda, sendo que se consideravam como centavos as cédulas e moedas do padrão anterior na razão de 10 "cruzeiros" por centavo. A cédula de CR$ 1000,00 fez uma justa homenagem a um dos maiores educadores do século XX: Anísio Teixeira, por toda a sua contribuição à educação brasileira ao longo de quarenta anos. Veja o exemplar abaixo:

Reverso
Anverso
Anísio Teixeira
Personagem: Anísio Spínola Teixeira (1900 - 1971) foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro. Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em preferência à memorização. Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932. Fundou a Universidade do Distrito Federal, em 1935, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Foi um dos idealizadores da Universidade de Brasília (UnB), diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP) e criador do CAPES (Coordenação Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior). As circunstâncias de sua morte ainda são um mistério. No dia 9 de março, após uma visita a Aurélio Buarque de Hollanda, Anísio desapareceu. Os militares informaram que ele havia sido detido. Após dois dias, seu corpo foi encontrado no fosso de um elevador do edifício aonde residia Aurélio. A versão oficial foi "acidente", apesar do corpo não ter sinais de queda ou hematomas.

Ps: Veja as demais cédulas do Cruzeiro Real.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Moeda de 50 centavos com erro

Moeda com o erro
Entenda o erro: O Banco Central divulgou no dia 20 de dezembro de 2012 as regras para troca de moedas de 50 centavos impressas com o valor errado. Nelas, em vez da inscrição "50 centavos" na face, foi impresso "5 centavos". Apesar disso, a moeda com falha se parece muito com a original, pois são feitas de aço inoxidável, como todas as outras de 50 centavos, e não de cobre, como as de 5 - por isso, possuem o mesmo tamanho, peso e cor das moedas impressas corretamente. Além disso, no verso, está a imagem do Barão de Rio Branco, que consta das moedas de 50 centavos, e não a de Tiradentes, que figura nas de 5. Veja o modelo abaixo:

A inscrição de "5 centavos" ao invés de 50

"Por falha de produção fabril na Casa da Moeda do Brasil, podem ter entrado em circulação moedas de 50 centavos que apresentam (...) a denominação 5 centavos", diz a instituição. "Em razão desse problema de fabricação, essas moedas não têm curso legal." Segundo a Casa da Moeda, até 40.000 moedas podem apresentar o defeito, o que equivale a duas horas de produção de um único equipamento. O defeito foi descoberto depois que uma moeda errada foi recebida como troco na cidade do Rio de Janeiro. Exame pericial concluiu tratar-se de defeito de fabricação.

Como trocar: Segundo o BC, todas as instituições financeiras deverão efetuar a troca dessas moedas de imediato, quando solicitado por qualquer pessoa, por valor equivalente a 50 centavos por unidade. Os bancos devem encaminhá-las, posteriormente, ao Departamento do Meio Circulante do BC para fins de ressarcimento. Não há prazo para a operação - o BC afirma que, enquanto houver moedas erradas em circulação, a troca pode ser feita.
Fonte: Veja

sábado, 22 de dezembro de 2012

100 Réis (1884)

Bandeira do Brasil Imperial
Abolição da Escravidão: Desde 1850 o Império Brasileiro tem iniciado um processo que levou ao fim da escravidão em 1888. Em 1850, o tráfico de escravos foi proibido pela lei Eusébio de Queirós. Em 1871 a Lei do Ventre Livre "garantiu" que os nascidos após 20 de setembro de 1871 seriam livres, mas como as crianças eram dependentes de suas mães ainda escravas, elas se tornaram algo como "escravas libertas". Em 1885 foi promulgada a lei Saraiva-Cotegipe, mais conhecida como Lei dos Sexagenários, onde os escravos, ao completarem 65 anos seriam libertados. Em 1888, a princesa regente Isabel de Bragança sancionou em 13 de maio de 1888 a lei áurea que pôs fim a um longo período de escravidão. O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir completamente a escravatura. O último país a extinguir a escravidão foi a Mauritânia em 1981. Veja o exemplar abaixo:

Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)
Princesa Isabel
Descrição: O exemplar abaixo mostra, em seu reverso, a inscrição de valor (100 RÉIS) e uma citação do decreto nº 1817 de 3 de setembro de 1870. O reverso mostra o Brasão Imperial ladeado pela inscrição "IMPÉRIO DO BRAZIL" e o ano de cunhagem (1884).

Decreto nº 1817: Em 2 de maio de 1870, através da Ordem nº 123, é providenciada a substituição das antigas moedas de cobre pelas de bronze. O Decreto n° 1.817, de 3 de setembro de 1870, autoriou a cunhagem das moedas de $50, $100 e $200 de uma liga composta de 25% de níquel e de 75% de cobre, respectivamente pesando 7, 10 e 15 gramas; e de prata de $500, 1$000 e 2$000 com o título de 917 milésimos, e pesos respectivos de 6,37, 12,75 e 25,5 gramas; desmonetiza todas as moedas de prata com o título de 0,900 milésimos e todos os $200 emitidas até então; também foi determinado que as moedas de níquel fossem fabricadas na Casa da Moeda da Bélgica, assim como na Casa da Moeda do Império.

Brasão Imperial
Brasão Imperial: O brasão mantinha diversos elementos lusitanos, denotando o vínculo histórico que ainda se reconhecia com a antiga metrópole. A esfera armilar, utilizada desde o século XVII no estandarte pessoal dos príncipes do Brasil, foi mantida como emblema do País. A cruz da Ordem de Cristo, que já encimava o dístico da antiga bandeira principesca, foi mantida por trás da esfera. Em verdade, a combinação da cruz da Ordem de Cristo sob a esfera armilar já vinha sendo usada no Brasil desde, pelo menos, 1700, no anverso das moedas cunhadas em Salvador, quando a colônia foi elevada a principado. O brasão é suportado por um ramo de cana-de-açúcar à destra e de fumo à sinistra, atados ao pé por um dragão (timbre da casa de Bragança). Anos mais tarde, já por volta de 1870, D. Pedro II resolveu efetuar pequena alteração no brasão imperial – a adição da vigésima estrela, ato que careceu de instrumentação jurídica formal. Refletia a realidade territorial de então, a perda da Cisplatina, compensada pela criação de duas novas províncias: a do Amazonas, em 1850, originada da subdivisão do Grão-Pará em Amazonas e Pará, e a do Paraná, em 1853, a partir de seu desmembramento da província de São Paulo.

sábado, 1 de dezembro de 2012

1 Cruzeiro (1980)

Moeda de 1 Cruzeiro
Presidente Figueiredo
História: Com a escolha do general João Baptista de Oliveira Figueiredo para governar o país, ficou assegurada a continuidade do processo de abertura política. Apontado pelo presidente Ernesto Geisel como seu sucessor em 31 de dezembro de 1977, Figueiredo foi eleito Presidente da República pelo Colégio Eleitoral em 15 de outubro de 1978 como candidato da ARENA pelo escore de 355 votos contra 266 dados ao General Euler Bentes Monteiro do MDB. O mandato presidencial de Figueiredo durou seis anos e encerrou 21 anos de ditadura militar no Brasil. Ao longo do governo Figueiredo, a ditadura militar perdeu legitimidade social e sofreu desgaste politico. Mas ainda assim houve ameaças de retrocesso devido à radicalização de setores das Forças Armadas que tentaram barrar o processo de redemocratização. Militares radicais ligados ao aparato de repressão política promoveram atos terroristas com objetivo de desestabilizar o governo e amedrontar a sociedade. O presidente Figueiredo, porém, teve condições de conter o radicalismo militar e encaminhar a transição da ditadura para o regime democrático. Veja o exemplar abaixo:

Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)

Zimbo
Descrição: O exemplar abaixo mostra, em seu reverso, o valor facial (1 CRUZEIRO), o ano de cunhagem (1980) e micro caracteres do Banco Central e o Zimbo (veja detalhes abaixo), concha utilizada como moeda durante parte dos séculos XVI e XVII em algumas regiões do Nordeste do Brasil Colônia, como a Bahia e o Maranhão. O reverso mostra o dístico BRASIL e a cana-de-açúcar, de grande importância para a economia brasileira, pois desde meados das décadas de 1970 e 1980 é matéria prima para a produção do etanol, combustível menos poluente que os derivados de petróleo (gasolina e diesel). Parte da produção se destina a fabricação de açúcar e aguardente.

Detalhe dos microcaracteres

sábado, 24 de novembro de 2012

Moeda Comemorativa Ano Internacional das Cooperativas (2012)

Moeda Comemorativa
Exemplar: Cooperativismo é a doutrina que favorece a colaboração e a associação de pessoas ou grupos com os mesmos interesses, a fim de obter vantagens comuns em suas atividades econômicas. O associacionismo cooperativista tem por fundamento o progresso social da cooperação e do auxílio mútuo segundo o qual aqueles que se encontram na mesma situação desvantajosa de competição conseguem, pela soma de esforços, garantir a sobrevivência. Como fato econômico, o cooperativismo atua no sentido de reduzir os custos de produção, obter melhores condições de prazo e preço, edificar instalações de uso comum, enfim, interferir no sistema em vigor à procura de alternativas a seus métodos e soluções. A Organização das Nações Unidas – ONU instituiu o ano de 2012 como Ano Internacional das Cooperativas. A fim de contribuir com a iniciativa, e por reconhecer o cooperativismo como instrumento de desenvolvimento socioeconômico, em 26 de outubro de 2012, o Banco Central do Brasil lançou esta moeda comemorativa em prata. Veja o exemplar abaixo:

Reverso
Anverso
Descrição: A moeda apresenta, no anverso, a logomarca oficial do evento, circundada pela legenda “Ano Internacional das Cooperativas” e pela era (2012). O reverso apresenta ilustração do globo terrestre sustentado por três pares de mãos, em alusão ao trabalho cooperativo. Completam a composição o slogan oficial do evento – “Cooperativas constroem um mundo melhor” –, o valor de face (5 reais) e a legenda “Brasil”.

Logomarca comemorativa

sábado, 17 de novembro de 2012

One Dollar (2007) - Austrália

Bandeira da Austrália
História: A Austrália, ou Comunidade da Austrália (veja localização), é um país do Hemisfério Sul localizado na Oceania. Até o século XVIII, quando teve início a colonização europeia, a região era habitada por 250 nações aborígenes. Em 1770, a Austrália foi oficialmente colonizada. O aumento da população fez com que surgissem seis colônias com governos estabelecidos. Essa situação mudou em 1º de janeiro de 1901, quando as seis colônias formaram uma federação: a Comunidade da Austrália  O nome do país deriva do latim "Terra Australis Incognita" ou Terra Desconhecida do Sul. Veja o exemplar abaixo:

Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)
Descrição: O exemplar abaixo mostra, em seu reverso a inscrição "APEC AUSTRALIA 2007", o valor facial (ONE DOLLAR) e a logomarca do encontro. O reverso mostra a efígie da Rainha Elizabeth II e as inscrições "ELIZABETH II", "AUSTRALIA" e o ano de cunhagem (2007).

Logomarca do encontro em 2007
APEC 2007: A Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC) foi fundada em 1989 na Austrália, cujo principal objetivo é a criação de uma área de livre comércio entre os países membros e Hong Kong. Os integrantes da APEC são: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Indonésia, Japão, Coreia do Sul, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, Peru, Filipinas, Rússia, Cingapura, Tailândia Vietnã e Estados Unidos, além de Taiwan (Formosa) e Hong Kong. A APEC é o principal fórum que proporciona o crescimento econômico, a cooperação, o comércio e o investimento na região Ásia-Pacífico. As decisões nesse bloco são tomadas por consenso, a APEC não apresenta um tratado de obrigações para os seus participantes. Um dos principais objetivos da APEC é a redução das tarifas e outras barreiras comerciais em toda a região Ásia-Pacífico, proporcionando eficientes economias nacionais e aumentando as exportações. Esse fato ajuda no crescimento econômico, gera empregos e oferece maiores oportunidades para o comércio internacional e a realização de novos investimentos.

Rainha Elizabeth II em 2007
Personagem: Elizabeth Alexandra Mary (1926 - ), também conhecida como Elizabeth II, é a monarca e chefe de estado do Reino Unido da Grã Bretanha e da Irlanda do Norte, Antígua e Barbuda, Austrália, Bahamas, Barbados, Belize, Canadá, Granada, Jamaica, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Ilhas Salomão e Tuvalu. É também chefe da comunidade Britânica e governante suprema da Igreja Anglicana. Seu reinado acontece desde 6 de fevereiro de 1952, com a morte de seu pai George VI. Após sua coroação, foi a primeira monarca a visitar Austrália e Nova Zelândia. Presenciou alguns escândalos, principalmente sobre o conturbado casamento entre seu filho, o príncipe Charles e Diana. Como trineta da Rainha Vitória, a Rainha Isabel tem parentesco com chefes de Estados da maioria das casas reais da Europa e com os Imperadores do Brasil. Ela é prima de Alberto II da Bélgica, Harald V da Noruega, Juan Carlos I da Espanha e Carlos XVI Gustavo da Suécia, também como os antigos reis Constantino II da Grécia e Miguel da Romênia, além das antigas casas reais da Prússia/Alemanha e Rússia.

Símbolo da APEC

PS: Parte desse texto se encontra em outras postagens sobre a Austrália.

sábado, 10 de novembro de 2012

Quarter Dollar (2000) - Estados Unidos (Carolina do Sul)

Bandeira da Carolina do Sul
Carolina do Sul: Um dos 50 estados dos Estados Unidos e se localiza na região sudeste (veja localização). Juntamente com a Carolina do Norte, a Carolina do Sul fez parte da colônia britânica “Carolina”, nome dado em homenagem ao Rei Carlos II da Inglaterra. No entanto, em 1712 ocorreu a separação das colônias. Nessa região ocorreram importantes batalhas no período da Revolução Americana, em 1776. Após a independência dos Estados Unidos, a Carolina do Sul foi elevada à categoria de Estado em 23 de maio de 1788, se transformando no oitavo Estado americano. O estado da Carolina do Sul é conhecido pelo codinome The Palmetto State (O Estado da Palmeira); uma referência à abundância de palmeiras na região. Embora o Estado possua uma pequena extensão territorial, é um dos grandes produtores de têxteis dos Estados Unidos, além de ser o segundo maior produtor de Tabaco do país. Por isso, a manufatura destes produtos é a principal fonte de renda da Carolina do Sul. Entre outras importantes fontes de riqueza para o Estado, podemos citar o comércio; a prestação de serviços financeiros, pessoais e imobiliários; e a agropecuária. Veja o exemplar abaixo:


Reverso (acervo pessoal)
Anverso (acervo pessoal)
Carriça da Carolina
Descrição: O exemplar mostra, em seu reverso, o nome do estado (SOUTH CAROLINA), o ano de fundação (1788), o ano de cunhagem (2000), uma representação da Carriça da Carolina (Thryothorus Ludovicianus), uma palmeira e o mapa do estado, bem com o apelido dado à Carolina do Sul (THE PALMETTO STATE). Há ainda o ano de cunhagem e a inscrição em latim comum a todas as moedas estadunidenses "E PLURIBUS UNUM" (De todos, um). O reverso mostra a efígie do em-presidente George Washington (leia mais) e as inscrições "UNITED STATES OF AMERICA" (Estados Unidos da América), "QUARTER DOLLAR" (Um quarto de dólar, ou 25 centavos), "IN GOD WE TRUST" (Nós confiamos em Deus) e "LIBERTY" (Liberdade).

Palmeira símbolo da Carolina do Sul
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